No site do Monge Marcos Beltrão consta nova seção: "Mestres de Guerra". A seguir, a introdução às novas traduções :
Quando estava na maior felicidade da paróquia traduzindo este texto, me deparei com o seguinte trecho, que na minha humilde e desinformada opinião, totalmente inadequada e fora da realidade, dava um preciso e inigualável diagnóstico da situação, não da China antiga, mas do Brasil moderno. Pulei para cima e para baixo de felicidade que alguém tivesse compreendido a
gente, mas infelizmente era algo de outra época. Ara, estas são as más notícias, as boas notícias é que o Mestre de Guerra Huang Shih-kung também tem como curar esta situação, para saber isto, compre o pdf. Caixinha, obrigado.
Abaixo segue o diagnóstico de Huang Shih-kung, no qual ele dizia ser de um estado da China antiga, mas onde vi uma incrível semelhança com o Brasil de hoje.
Quando as ações de um regente são cruelmente violentas, seus subordinados serão apressados para implementar medidas cruéis. Quando os impostos são onerosos, as imposições numerosas, multas e punições infindáveis, enquanto que o povo mutuamente se fere e uns roubam dos outros, a isto se chama um Œestado perdido¹.
³Quando os secretamente cobiçosos insaciáveis mostram uma aparência externa de incorruptibilidade; a prevaricação e o elogio podem fazer a pessoa ganhar a fama; burocratas roubam do estado para distribuir suas próprias beneficências, causando confusão nas classes; e as pessoas se adornam e fingem um semblante dignificado para ganhar cargos importantes, a isto se chama Œo começo da roubalheira¹.
³Se funcionários administrativos formam partidos e camarilhas, cada qual avançando aqueles com quem estão familiares; o estado chama e indica os maus e corruptos, enquanto que insultando e reprimindo os benevolentes e meritórios; oficiais dão as costas ao estado e estabelecem seus interesses pessoais; e pessoas de hierarquia igual depreciam uns aos outros, isto échamado Œa origem do caos¹.
³Quando clãs fortes juntam o mal, as pessoas sem posição são honradas, e não há ninguém que não esteja abalado com suas majestades; quando estas práticas proliferam e estão interligadas, eles cultivam uma imagem de virtude a estabelecendo através da beneficência pública e arrebatam a autoridade pertencente àqueles em posições oficiais; quando insultam o povo abaixo
deles, e dentro do estado há vociferação e difamações, enquanto que os ministros se escondem e permanecem silenciosos, isto é Œcausar o caos na raiz¹.
³Geração após geração eles agem traiçoeiramente, transgredindo dos escritórios distritais. Ao avançar e recuar buscam tão somente suas próprias conveniências, e forjam e distorcem documentos, com isto arriscando o regente. São chamados Œos traiçoeiros do estado¹.
³Quando o regente considera o bem como o bem, mas não o promove, enquanto que odeia o mal, mas não o repudia; quando os meritórios estão ocultos e acobertados, enquanto o que não vale nada detém postos, então o estado sofrerá danos.
³Quando os galhos (os parentes do regente) e as folhas (as famílias poderosas) são fortes e grandes, formando partidos e ocupando posições de autoridade de foram que os rasteiros e mesquinhos insultam os honrados, ficando cada vez mais poderosos com a passagem do tempo, enquanto que o regente não consegue tolerar expulsá-los, então o estado sofrerá derrota nas
mãos deles.
³Quando ministros enganadores detém posições superioras, todo o exército ficará vociferando e controverso. Eles se baseiam no respeito que seu cargo inspira para conceder favores pessoais, e agir de uma forma que ofenda as massas. A promoção e o rebaixamento não tem quaisquer bases, o mal não é repudiado e cortado pela raiz, e as pessoas buscam o ganho com qualqueraparência possível. Monopolizam nomeações para si mesmos, e nas nomeações e demissões gabam-se de seus próprios méritos. Caluniam e difamam aqueles de grande virtude, e tecem acusações falsas contra os meritórios. Quer bons ou maus, todos são tratados da mesma forma por eles. Eles acumulam e detém os assuntos do governo de forma que comandos e ordens não sejam postos em efeito. Criam um governo cruel, alterando os caminhos da antiguidade e alterando o que era prática comum. Quando o regente emprega tais figuras devassas, ele certamente sofrerá desastre e calamidade.
³Quando pessoas ruins corajosas elogiam-se mutuamente, eles ofuscam a sabedoria do regente. Quando tanto a crítica quanto o elogio surgem ao mesmo tempo, eles detém a sabedoria do regente. Quando cada pessoa elogia aquele que favorece, o regente perde os leais².
Quando estava na maior felicidade da paróquia traduzindo este texto, me deparei com o seguinte trecho, que na minha humilde e desinformada opinião, totalmente inadequada e fora da realidade, dava um preciso e inigualável diagnóstico da situação, não da China antiga, mas do Brasil moderno. Pulei para cima e para baixo de felicidade que alguém tivesse compreendido a
gente, mas infelizmente era algo de outra época. Ara, estas são as más notícias, as boas notícias é que o Mestre de Guerra Huang Shih-kung também tem como curar esta situação, para saber isto, compre o pdf. Caixinha, obrigado.
Abaixo segue o diagnóstico de Huang Shih-kung, no qual ele dizia ser de um estado da China antiga, mas onde vi uma incrível semelhança com o Brasil de hoje.
Quando as ações de um regente são cruelmente violentas, seus subordinados serão apressados para implementar medidas cruéis. Quando os impostos são onerosos, as imposições numerosas, multas e punições infindáveis, enquanto que o povo mutuamente se fere e uns roubam dos outros, a isto se chama um Œestado perdido¹.
³Quando os secretamente cobiçosos insaciáveis mostram uma aparência externa de incorruptibilidade; a prevaricação e o elogio podem fazer a pessoa ganhar a fama; burocratas roubam do estado para distribuir suas próprias beneficências, causando confusão nas classes; e as pessoas se adornam e fingem um semblante dignificado para ganhar cargos importantes, a isto se chama Œo começo da roubalheira¹.
³Se funcionários administrativos formam partidos e camarilhas, cada qual avançando aqueles com quem estão familiares; o estado chama e indica os maus e corruptos, enquanto que insultando e reprimindo os benevolentes e meritórios; oficiais dão as costas ao estado e estabelecem seus interesses pessoais; e pessoas de hierarquia igual depreciam uns aos outros, isto échamado Œa origem do caos¹.
³Quando clãs fortes juntam o mal, as pessoas sem posição são honradas, e não há ninguém que não esteja abalado com suas majestades; quando estas práticas proliferam e estão interligadas, eles cultivam uma imagem de virtude a estabelecendo através da beneficência pública e arrebatam a autoridade pertencente àqueles em posições oficiais; quando insultam o povo abaixo
deles, e dentro do estado há vociferação e difamações, enquanto que os ministros se escondem e permanecem silenciosos, isto é Œcausar o caos na raiz¹.
³Geração após geração eles agem traiçoeiramente, transgredindo dos escritórios distritais. Ao avançar e recuar buscam tão somente suas próprias conveniências, e forjam e distorcem documentos, com isto arriscando o regente. São chamados Œos traiçoeiros do estado¹.
³Quando o regente considera o bem como o bem, mas não o promove, enquanto que odeia o mal, mas não o repudia; quando os meritórios estão ocultos e acobertados, enquanto o que não vale nada detém postos, então o estado sofrerá danos.
³Quando os galhos (os parentes do regente) e as folhas (as famílias poderosas) são fortes e grandes, formando partidos e ocupando posições de autoridade de foram que os rasteiros e mesquinhos insultam os honrados, ficando cada vez mais poderosos com a passagem do tempo, enquanto que o regente não consegue tolerar expulsá-los, então o estado sofrerá derrota nas
mãos deles.
³Quando ministros enganadores detém posições superioras, todo o exército ficará vociferando e controverso. Eles se baseiam no respeito que seu cargo inspira para conceder favores pessoais, e agir de uma forma que ofenda as massas. A promoção e o rebaixamento não tem quaisquer bases, o mal não é repudiado e cortado pela raiz, e as pessoas buscam o ganho com qualqueraparência possível. Monopolizam nomeações para si mesmos, e nas nomeações e demissões gabam-se de seus próprios méritos. Caluniam e difamam aqueles de grande virtude, e tecem acusações falsas contra os meritórios. Quer bons ou maus, todos são tratados da mesma forma por eles. Eles acumulam e detém os assuntos do governo de forma que comandos e ordens não sejam postos em efeito. Criam um governo cruel, alterando os caminhos da antiguidade e alterando o que era prática comum. Quando o regente emprega tais figuras devassas, ele certamente sofrerá desastre e calamidade.
³Quando pessoas ruins corajosas elogiam-se mutuamente, eles ofuscam a sabedoria do regente. Quando tanto a crítica quanto o elogio surgem ao mesmo tempo, eles detém a sabedoria do regente. Quando cada pessoa elogia aquele que favorece, o regente perde os leais².
Um comentário:
Guerra, caixinha, do que se trata afinal?
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