31 outubro, 2008
No Xerox
Estávamos em Goiânia. Fomos Monge Marcos, Mestre Tokuda, Maria do Carmo e eu até um xerox, para fazer umas fotocópias e ampliações. O Mestre Tokuda logo passou para o outro lado do balcão, ficou amigo da mocinha que fazia as cópias. Num instante, já estava ao lado dela, explicando o que queria. Fiz umas fotos pra registrar o momento.
Giorgia Sena
29 outubro, 2008
Sesshin no Sul de Minas!
Confirmado o Sesshin no templo da Monja Lenita em Itamonte, no Sul de Minas, sob a orientação do Monge Marcos Beltrão. O Sesshin ocorrerá entre os dias 12 e 16 de novembro. Pra quem vem de fora, o aeroporto mais próximo é o do Rio de Janeiro.
Sairá um grupo no dia 11, terça-feira, às 13:00 horas, da rodoviária do Rio, pela viação Beltom (021) 28639790. Monja Lenita informa que a esta hora o ônibus costuma estar vazio, não sendo necessária compra antecipada de passagens. Ela aguardará os participantes na chegada, no Supermercado Arco-Íris.
O valor é de R$ 400,00 (quatrocentos reais) e deve ser depositado Banco Real, poupança 213389190, agência 0571-1.
Há poucas vagas ainda disponíveis.
Sairá um grupo no dia 11, terça-feira, às 13:00 horas, da rodoviária do Rio, pela viação Beltom (021) 28639790. Monja Lenita informa que a esta hora o ônibus costuma estar vazio, não sendo necessária compra antecipada de passagens. Ela aguardará os participantes na chegada, no Supermercado Arco-Íris.
O valor é de R$ 400,00 (quatrocentos reais) e deve ser depositado Banco Real, poupança 213389190, agência 0571-1.
Há poucas vagas ainda disponíveis.
Gasshô,
Giorgia Sena
27 outubro, 2008
Nós temos muitas e muitas sujeiras realmente, mas quando estamos sentados em meditação de pernas cruzadas, mãos cruzadas e com a boca fechada, nós somos Buda. Por que? Porque com esta posição não se pode fazer atos maus, com as pernas cruzadas, com aquela postura e com aquela respiração correta não se pode mais falar mal dos outros. Com isto, naturalmente vêm os pensamentos chamados corretos, então você mesmo é Buda. É difícil aceitar isto, mas quando você senta, que seja somente vinte minutos, trinta minutos, você é vinte minutos, trinta minutos de Buda.
Mestre Tokuda
(a palestra inteira está aqui)
Mestre Tokuda
(a palestra inteira está aqui)
26 outubro, 2008
A escola Zen é considerada como o Budismo transmissão correta, uno e puro, porque não é realizada através de leituras ou livros, mas é transmitida fisicamente com o mestre e discípulo se encontrando face a face e transmitindo o Dharma de coração para coração.
Mestre Tokuda, na palestra "O que é Budismo".
Mestre Tokuda, na palestra "O que é Budismo".
22 outubro, 2008
OS 10 DESENHOS DO BOI
Publicado mais um teisho de Mestre Tokuda:
"Os dez desenhos dos boi representam dez estágios na pratica do budismo na medida que o praticante prosegue no seu caminho. Cada desenho é acompanhado de uma curta prosa e de um curto poema. Mestre Tokuda comenta alguns destes dez desenhos durante um sesshin em Paris em 24 de novembro de 1995".
O texto está disponível em pdf aqui no site do Mestre Tokuda.
A tradução do original em Francês é da autoria do Monge Marcos Beltrão.
Miguel Pacheco
"Os dez desenhos dos boi representam dez estágios na pratica do budismo na medida que o praticante prosegue no seu caminho. Cada desenho é acompanhado de uma curta prosa e de um curto poema. Mestre Tokuda comenta alguns destes dez desenhos durante um sesshin em Paris em 24 de novembro de 1995".
O texto está disponível em pdf aqui no site do Mestre Tokuda.
A tradução do original em Francês é da autoria do Monge Marcos Beltrão.
Miguel Pacheco
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Muito Além das Palavras
Gostaria de compartilhar aqui no blog meu depoimento pro livro do Mestre Tokuda. Terminei hoje:
"Puxa, vida! Relutei tanto em escrever este depoimento! E só o faço nos últimos minutos do segundo tempo da prorrogação... Muito, muito difícil escrever sobre o Mestre Tokuda porque ele transcende completamente as palavras. Falar sobre o Mestre Tokuda é como falar sobre o Amor. Ou sobre o Zen. Não dá pra falar, tem de sentir.
O Mestre Tokuda é uma pessoa tão leve, alegre, amorosa, íntegra...! A gente consegue perceber isso a todo instante. Em cada gesto. Não é preciso conhecê-lo ou praticar o Zen para sentir isso. A luz que ele tem alcança as mais variadas pessoas, sem que ele precise dizer qualquer coisa.
Lembro de uma ocasião em que subimos a serra catarinense e estacionamos num mirante. Ao nosso lado, estacionou um carro. Do nada. Todas as pessoas daquele carro, que não o conheciam, nem sabiam quem ele era, voltaram seus olhos pro Mestre Tokuda, como que hipnotizadas... e sorriram! Nessa mesma época, em Florianópolis, no caminho do aeroporto, várias crianças que passavam pela rua acenavam para ele.
A forma amorosa como Mestre Tokuda trata qualquer pessoa me toca profundamente o coração, como uma grande lição que eu lembro todos os dias. Não há separação entre ele e os outros. Pode ser numa lanchonete, por exemplo. As pessoas ficam completamente à vontade na sua presença. Mestre Tokuda trata cada um como um velho amigo, um irmão. E é sempre atencioso, educado e gentil com as pessoas. Sempre tem um sorriso acolhedor, que traz as pessoas para perto de si. Resolve as coisas com elegância e sabedoria, mesmo quando a situação é complicada e exige muita firmeza.
Estávamos Mestre Tokuda, Monge Marcos e eu num restaurante no Leme. A conta veio errada. Muito errada. Era quatro ou cinco vezes o valor devido. Eu logo reclamei pro garçon, que corrigiu a conta. Intimamente, fiquei bastante contrariada. Pensei: - o garçon viu que ele era japonês e se aproveitou do fato... E o Mestre Tokuda? Mestre Tokuda foi super simpático com o garçon, deixou uma gorjeta polpuda e, na saída, bem sorridente, brincou com ele: - Puxa, que pena que não era aquele valor! Eu queria gastar os meus últimos reais!
Numa outra situação, bastante séria e delicada, Mestre Tokuda me mandou ficar quieta. Voto de silêncio mesmo. Por tempo indeterminado. Diante de mentiras e difamações que o envolviam diretamente. Minha reação natural, advogada que sou, seria a de defendê-lo até a morte, provando por A mais B que aquilo tudo era mentira, que não fazia o menor sentido. Mas não. Ali ele me deu a grande lição do silêncio. Foi duro, mas não abri a boca. Em nenhum momento. E isso fez toda a diferença.
Minha mãe teve pouco contato com o Mestre Tokuda, mas sempre lembra dele, dos seus ensinamentos. Vez ou outra me conta quando usa no seu dia-a-dia o que aprendeu com o Mestre. Não raras vezes, minha mãe fala "- Filha, como diz o Mestre Tokuda..." e me dá algum conselho relembrando o que ele disse. Sempre lembra da importância de manter o silêncio em determinadas situações, de não criar ondas. Minha mãe conta, ainda, de uma senhora jardineira, pessoa simples, de pouco estudo, que às vezes trabalha no jardim da casa dela. Viu o Mestre Tokuda uma única vez. Mas nunca esqueceu. Sempre fala dele. O Mestre Tokuda é assim, marca a vida da gente de uma maneira indelével.
Ouvi, recentemente, numa entrevista que ele deu em Goiânia: "- Pra tudo tem uma saída!" Mestre Tokuda é de um otimismo incurável! E olha que ele já enfrentou todo o tipo de dificuldade... sem esmorecer, nem perder a sua imensa ternura! Mestre Tokuda tem uma imensa capacidade de perdoar: basta um arrependimento sincero e verdadeiro. O coração dele está sempre aberto.
Vi o Mestre Tokuda dançando na casa do Régis, em Belo Horizonte. Com quase setenta anos, Mestre Tokuda parecia um menino! Tão completamente leve... Em relação ao Mestre Tokuda, daria pra parodiar aquela frase de Gandhi: seu ensinamento é sua vida.
Por onde o Mestre Tokuda passa, vai deixando um rastro de luz. Parece que ele deixa "sementinhas de zazen" por onde quer que ande. Há grupos que ele fundou há mais de vinte anos... e que, mesmo sem ele, continuam sentando religiosamente. Sua presença e sua mensagem são tão fortes que resistem e superam qualquer ausência. Mestre Tokuda está com a gente mesmo quando não está.
Quando me despedi dele, agora, em 2008, no Galeão, não senti tristeza alguma. E olha que eu sou chorona! Mas não derramei uma única lágrima. Porque sei que ele nunca, jamais estará longe.
Tenho enorme gratidão por ele, com quem aprendi as lições mais importantes da vida. E essa gratidão se estende também ao Monge Marcos Beltrão, seu mais fiel e mais próximo discípulo, sucessor no Dharma e encarregado de prosseguir no trabalho do Mestre Tokuda aqui no Brasil, para que essa Luz jamais se apague..."
Giorgia Sena
21 outubro, 2008
Somossan Dojô
Reabrimos no dia 12 de outubro (dia da Padroeira) o Somossan Dojô, sala de meditação fundada pelo Mestre Tokuda em Florianópolis no começo de 2004. O nome foi escolhido pelo Mestre Tokuda. Somossan é uma gíria em chinês que significa: "O que é?". Mestre Tokuda me contou que ele e sua turma usavam muito essa gíria na Universidade.
Convido toda a sangha para praticar conosco quando em visita a Floripa.
Abraço, Gasshô!
Giorgia Sena
17 outubro, 2008
16 outubro, 2008
Update
Agradecemos imensamente ao Nando Pereira pela colaboração: o link "Sangha" na Página do Mestre Tokuda já está atualizado, asim como a página inicial do Monge Marcos Beltrão.
Giorgia Sena
Giorgia Sena
15 outubro, 2008
Novidades do Rio de Janeiro
O Monge Álcio Braz comunica:
Fizemos uma Assembléia Geral da Sangha Zen do Rio e ficou decidido que:
1 - o Templo Zen de Copacabana volta a ter o nome dado por Tokuda Roshi, Dai Muni San Nonin Zen Ji, que será usado tbém na forma portuguesa, Templo Zen do Amor Universal.
2 - A Sangha Zen do Rio de Janeiro teve sua diretoria eleita, com sede no TZAU e filial no TZJB:
Presidente Honorário : Ryotan Tokuda
Vice-Presidente Honorário : Marcos Beltrão Frederico
Diretor-Geral : Alcio Braz
Secretário-Geral : Mauro Bastos
Tesoureiro: Valéria Sattamini
Conselho Fiscal: Maddi Damião Jr. e Magali Lobosco
Conselho Consultivo: Ricardo Pessoa
TZAU: Diretor de Administração, Obras e Manutenção - Sérgio Baida do
Amaral
Diretor dos Sinos (Práticas) - Ivan Lima
TZJB: Diretora dos Sinos (Práticas) - Telma Botelho França
(a direção administrativa é por conta da Ágape, clínica locatária da
casa)
(Publicado por Giorgia Sena)
Fizemos uma Assembléia Geral da Sangha Zen do Rio e ficou decidido que:
1 - o Templo Zen de Copacabana volta a ter o nome dado por Tokuda Roshi, Dai Muni San Nonin Zen Ji, que será usado tbém na forma portuguesa, Templo Zen do Amor Universal.
2 - A Sangha Zen do Rio de Janeiro teve sua diretoria eleita, com sede no TZAU e filial no TZJB:
Presidente Honorário : Ryotan Tokuda
Vice-Presidente Honorário : Marcos Beltrão Frederico
Diretor-Geral : Alcio Braz
Secretário-Geral : Mauro Bastos
Tesoureiro: Valéria Sattamini
Conselho Fiscal: Maddi Damião Jr. e Magali Lobosco
Conselho Consultivo: Ricardo Pessoa
TZAU: Diretor de Administração, Obras e Manutenção - Sérgio Baida do
Amaral
Diretor dos Sinos (Práticas) - Ivan Lima
TZJB: Diretora dos Sinos (Práticas) - Telma Botelho França
(a direção administrativa é por conta da Ágape, clínica locatária da
casa)
(Publicado por Giorgia Sena)
Sesshin na Bahia
Repasso convite da Monja Ivone Jisho:
Olá amigos e amigas no Dharma,
A Sangha Zen da Bahia convida:
Mini-Seshin na Praia do Forte - Bahia
Sexta a Domingo - 21 a 23 de novembro/2008
Inscrições abertas até o dia 16/11 na Sangha Zen da Bahia
(Não haverá inscrições posteriores)
Responsável: Monja Ivone Jishô
fone: 71-34812140 / mail: alegriazen@gmail.com
(Vagas Limitadas)
(Publicado por Giorgia Sena)
Olá amigos e amigas no Dharma,
A Sangha Zen da Bahia convida:
Mini-Seshin na Praia do Forte - Bahia
Sexta a Domingo - 21 a 23 de novembro/2008
Inscrições abertas até o dia 16/11 na Sangha Zen da Bahia
(Não haverá inscrições posteriores)
Responsável: Monja Ivone Jishô
fone: 71-34812140 / mail: alegriazen@gmail.com
(Vagas Limitadas)
(Publicado por Giorgia Sena)
13 outubro, 2008
Sangha Mahamuni
Cara Sangha,
Estamos atualizando os contatos da Sangha Mahamuni, para publicação no site. Creio que não esquecemos nenhum centro zen atualmente ligado ao Mestre Tokuda no Brasil (ainda faltam os endereços no exterior).
Peço a todos a gentileza de conferir os dados. Acaso haja algum erro ou alguma informação faltante, peço que entrem em contato pela caixa de comentários ou pelo email giorgia@gmail.com com a máxima urgência, pois a parte do site relativa à sangha necessita ser atualizada.
Atenciosamente,
Giorgia Sena
Bahia
Sangha Zen da Bahia
Ivone Jishô
http://zenbahia.blogspot.com/
alegriazen@gmail.com
fone: 71-34812140
Distrito Federal
Dojô Cazazen
Magda Gyoku En
712 Sul, Bl. M, Casa 54, Brasília - DF, Brasil
CEP 70361-763
cazazen@gmail.com
(61)3879-8415
Zazen: 3ª e 5ª-feira: 19h
Zazen: 4ª e 6ª-feira: 6:50h
Sábado: 18:40h
Instruções de zazen para iniciantes
Sábado: 18:00h
Caminho do Meio
Tânia Quaresma
celular - 61 99819571
(61) 81196612
(61) 41012248
tania-quaresma@uol.com.br
caminhodomeio@uol.com.br
Goiás
Instituto Nonindo
Terezinha Shin Etsu
Rua Mario Bittar Nº 226, esquina com rua 15 St. Marista - Goiânia-Go, Cep 74150 -260
Fone: 62 - 3941 0202
Fone: 62 - 3941 8585
nonindo@terra.com.br
Mosteiro Zen Horyu Zan Eisho-Ji
Marcos Beltrão
Várzea do Lobo
Pirenópolis
(62) 9969.3533
marcosbeltrao@uol.com.br
Minas Gerais
Dojo Soto Zen
Simone Keisen
Rua Samuel Pereira 230 apt. 401, Bairro Anchieta
Belo Horizonte CEP 30330-160
(31) 3221.0293
Dojo
Mariângela Ryosen
Avenida João Pinheiro, 39, AP. 81
Centro. Belo Horizonte - MG. CEP 30130-180.
(31) 9745-4450.
Templo Sen-Guen
Lenita Eshô
F azenda Velha Itamonte Minas Gerais
Itamonte - MG
Correspondencia:
Rua Humaitá 102 casa 14
cep 22 261 001 - Rio de Janeiro RJ
www.abrigodasaguas.com.br
Centro Zen Komyo-ji
Elcio Sho Un
Rua Gonçalves Figueira, 226. Sala 201
39400-006 - Montes Claros - MG
Telefone: (38) 88223537
email: elciolucas@yahoo.com
Templo Zen Pico de Raios
Aníbal Jippo
Caixa Postal 101
Morro de São Sebastião
Ouro Preto CEP 35400-000
(31) 3551.6102
http://www.templozenpicoderaios.com.br/
Pernambuco
Seirenji - Centro Zen do Recife
Giliate Mokudô
Rua Dom Carlos Coelho,45/101
Boa Vista - Recife
CEP 50050-360
(81) 3423.2079 / (81) 3341.5359
seirenji@nlink.com.br
Sala de meditação Soledade Zen
Rizomar Kan Guetsu e Rizonete Kô Guetsu
Rua Gonçalves Maia, 57
Soledade - Recife - PE
fone: (81) 3222 6176
horário de práticas:
(segunda e quarta)
06:15h – zazen - matinal
(segunda e quarta)
19:00h – zazen - noite
Rio de Janeiro
Templo Zen de Copacabana
Valéria Sattamini
Rua Saint Roman, 16 (próxima à Sá Ferreira)
Copacabana
Rio de Janeiro - RJ
CEP 22071-060
(21) 2513-2907
Templo Zen do Jardim Botânico
Alcio Braz Eido Soho
sanghazendorio@sanghazen.com.br
R. Visconde. de Carandaí, 43 - Jardim Botânico
Rio de Janeiro - RJ, 22460-020
Manhãs (4as e 6as): Zazen das 7:00 às 7:30
Sábados: Zazen, Chôka e Teisho, das 8:30 às 10:20
Quintas à tarde: 12:00 às 13:00 (orientação para iniciantes)
Quartas à noite: Zazen das 21:00 às 22:00
Sextas à noite: Zazen com Exercícios Zen, das 19:20 às 20:50
Santa Catarina
Somossan Dojô
Giorgia Sena
Beira Mar – Florianópolis
giorgia@gmail.com
(48) 8828-1998
* Telefonar antes para maiores informações
Estamos atualizando os contatos da Sangha Mahamuni, para publicação no site. Creio que não esquecemos nenhum centro zen atualmente ligado ao Mestre Tokuda no Brasil (ainda faltam os endereços no exterior).
Peço a todos a gentileza de conferir os dados. Acaso haja algum erro ou alguma informação faltante, peço que entrem em contato pela caixa de comentários ou pelo email giorgia@gmail.com com a máxima urgência, pois a parte do site relativa à sangha necessita ser atualizada.
Atenciosamente,
Giorgia Sena
Bahia
Sangha Zen da Bahia
Ivone Jishô
http://zenbahia.blogspot.com/
alegriazen@gmail.com
fone: 71-34812140
Distrito Federal
Dojô Cazazen
Magda Gyoku En
712 Sul, Bl. M, Casa 54, Brasília - DF, Brasil
CEP 70361-763
cazazen@gmail.com
(61)3879-8415
Zazen: 3ª e 5ª-feira: 19h
Zazen: 4ª e 6ª-feira: 6:50h
Sábado: 18:40h
Instruções de zazen para iniciantes
Sábado: 18:00h
Caminho do Meio
Tânia Quaresma
celular - 61 99819571
(61) 81196612
(61) 41012248
tania-quaresma@uol.com.br
caminhodomeio@uol.com.br
Goiás
Instituto Nonindo
Terezinha Shin Etsu
Rua Mario Bittar Nº 226, esquina com rua 15 St. Marista - Goiânia-Go, Cep 74150 -260
Fone: 62 - 3941 0202
Fone: 62 - 3941 8585
nonindo@terra.com.br
Mosteiro Zen Horyu Zan Eisho-Ji
Marcos Beltrão
Várzea do Lobo
Pirenópolis
(62) 9969.3533
marcosbeltrao@uol.com.br
Minas Gerais
Dojo Soto Zen
Simone Keisen
Rua Samuel Pereira 230 apt. 401, Bairro Anchieta
Belo Horizonte CEP 30330-160
(31) 3221.0293
Dojo
Mariângela Ryosen
Avenida João Pinheiro, 39, AP. 81
Centro. Belo Horizonte - MG. CEP 30130-180.
(31) 9745-4450.
Templo Sen-Guen
Lenita Eshô
F azenda Velha Itamonte Minas Gerais
Itamonte - MG
Correspondencia:
Rua Humaitá 102 casa 14
cep 22 261 001 - Rio de Janeiro RJ
www.abrigodasaguas.com.br
Centro Zen Komyo-ji
Elcio Sho Un
Rua Gonçalves Figueira, 226. Sala 201
39400-006 - Montes Claros - MG
Telefone: (38) 88223537
email: elciolucas@yahoo.com
Templo Zen Pico de Raios
Aníbal Jippo
Caixa Postal 101
Morro de São Sebastião
Ouro Preto CEP 35400-000
(31) 3551.6102
http://www.templozenpicoderaios.com.br/
Pernambuco
Seirenji - Centro Zen do Recife
Giliate Mokudô
Rua Dom Carlos Coelho,45/101
Boa Vista - Recife
CEP 50050-360
(81) 3423.2079 / (81) 3341.5359
seirenji@nlink.com.br
Sala de meditação Soledade Zen
Rizomar Kan Guetsu e Rizonete Kô Guetsu
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Soledade - Recife - PE
fone: (81) 3222 6176
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(segunda e quarta)
06:15h – zazen - matinal
(segunda e quarta)
19:00h – zazen - noite
Rio de Janeiro
Templo Zen de Copacabana
Valéria Sattamini
Rua Saint Roman, 16 (próxima à Sá Ferreira)
Copacabana
Rio de Janeiro - RJ
CEP 22071-060
(21) 2513-2907
Templo Zen do Jardim Botânico
Alcio Braz Eido Soho
sanghazendorio@sanghazen.com.br
R. Visconde. de Carandaí, 43 - Jardim Botânico
Rio de Janeiro - RJ, 22460-020
Manhãs (4as e 6as): Zazen das 7:00 às 7:30
Sábados: Zazen, Chôka e Teisho, das 8:30 às 10:20
Quintas à tarde: 12:00 às 13:00 (orientação para iniciantes)
Quartas à noite: Zazen das 21:00 às 22:00
Sextas à noite: Zazen com Exercícios Zen, das 19:20 às 20:50
Santa Catarina
Somossan Dojô
Giorgia Sena
Beira Mar – Florianópolis
giorgia@gmail.com
(48) 8828-1998
* Telefonar antes para maiores informações
08 outubro, 2008
07 outubro, 2008
O que tenho feito aqui no blog (a seleção e publicação de trechos de teishôs) é algo que o Mestre Tokuda me disse para fazer há quase cinco anos, mais precisamente no comecinho de 2004, quando iniciamos a sua página. Demorou um pouco, mas agora está saindo... espero que estejam gostando!
Um abraço, Gasshô!
Giorgia
Um abraço, Gasshô!
Giorgia
05 outubro, 2008
O GUERREIRO DO ZEN
Publicado no site do Monge Marcos Beltrão uma tradução de registros contendo ensinamentos de Suzuki Shozan, o guerreiro do zen:
A tradução é de autoria do Monge Marcos Beltrão.
Miguel Pacheco
Suzuki Shozan era um samurai que servia sob o Shogun Tokugawa Ieyasu no século dezessete. Pedindo demissão da vida de samurai, com grande risco para o próprio pescoço, ele se tornou monge zen. Como todo mestre autêntico, tinha seu próprio caminho fora do estabelecimento zen e budista.
A tradução é de autoria do Monge Marcos Beltrão.
Miguel Pacheco
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03 outubro, 2008
Ainda que haja passado e presente, a existência se manifesta a cada instante, e o presente absoluto, no qual não há nem passado nem presente. Tal qual uma pérola que rola num espelho, este presente absoluto se perpetua.
Certas pessoas – aqui compreendidos monges – dizem: "Eu pratiquei muito duramente no passado, no mosteiro", e eu realmente gostaria de crer nisto. "Mas, isto foi quando? – Foi há trinta anos. – E agora o que você está fazendo? – Estou velho, então estou repousando". Neste caso, não existe mais prática, a prática não foi perpetuada. Esta continuidade da prática, difícil de ser mantida, é entretanto o aspecto mais importante, como sublinha Dogen Zenji no Zuimonki.
Quando estamos doentes, pensamos em primeiro lugar em nos curar para em seguida voltar à prática; ou então que devemos manter nossa família (é claro que isto é muito importante), ou sua mãe idosa e dependente, e esperamos, esperamos, pensando que depois de sua morte, começaremos a praticar; se temos um cachorro que nos manteve companhia há anos, hesitamos a confiá-lo a alguém mais com medo que ele vá sofrer, ele é tão bonzinho! Então, esperamos que o cãozinho morra, perdemos três, quatro, ou cinco anos e quando finalmente nos cremos livres, encontramos ainda múltiplas razões para repudiar o momento da prática. "Eu farei isto". Isto nunca é no presente, é sempre no futuro; para entrar no mosteiro, porque estamos persuadidos que precisamos nos preparar suficientemente com dinheiro, esperamos, e finalmente desistimos disto. Interromper a prática por causa destas coisas todas quer dizer que algo não funciona, e sobretudo perdemos para sempre a ocasião de realizar algo importante. Se ao contrário, nos abandonamos, se renunciamos a nós mesmos, é possível que um evento aconteça e que recebamos ajuda, compreendida aqui uma ajuda financeira.
Não há nenhuma certeza, mas se você espera aquilo que isto aconteça, nunca poderá "entrar". Este momento quando decidimos, de alguma forma, de entrar custe o que custar, não é exatamente a realização, mas é já a prática gyoji, a prática justa de numerosos mestres que nos precederam, de todos estes mestres citados no capítulo "Gyoji" e que Dogen Zenji chama kobutsu ("budas velhos").
Este momento crucial da escolha pode ser comparado com o fato de se caminhar sobre a lâmina da espada. Se você calcular, se você se perguntar: "Posso fazer isto ou não?", então, você já está morto. Em primeiro lugar, é necessário rejeitar seu corpo, sua consciência, seu ego.
Esta prática gyoji da qual falamos não tem nada a ver com o estudo do budismo ou seu ensinamento. Porque o budismo recomenda não ler? Porque ler livros é um freio à prática, que todos os conhecimentos acumulados nada têm a ver com a prática, esta prática gyoji da qual falávamos; além da prática e do conhecimento, existe uma coisa mais vasta da qual não estamos conscientes. Para passear um cachorro, pegamos uma corda que se estende a fim de termos um pouco mais de liberdade, mas quando esta corda se desenrola ao máximo, o animal não podendo ir mais longe, é obrigado então a voltar. Para nós é parecido: depois de ter esgotado todas as razões para escapar ao caminho, num dado momento, não podemos mais nos subtrair a isto. No momento da decisão, os livros não têm utilidade alguma.
(Trecho de Teishô do Mestre Tokuda traduzido pelo Monge Marcos e publicado por Giorgia Sena)
Certas pessoas – aqui compreendidos monges – dizem: "Eu pratiquei muito duramente no passado, no mosteiro", e eu realmente gostaria de crer nisto. "Mas, isto foi quando? – Foi há trinta anos. – E agora o que você está fazendo? – Estou velho, então estou repousando". Neste caso, não existe mais prática, a prática não foi perpetuada. Esta continuidade da prática, difícil de ser mantida, é entretanto o aspecto mais importante, como sublinha Dogen Zenji no Zuimonki.
Quando estamos doentes, pensamos em primeiro lugar em nos curar para em seguida voltar à prática; ou então que devemos manter nossa família (é claro que isto é muito importante), ou sua mãe idosa e dependente, e esperamos, esperamos, pensando que depois de sua morte, começaremos a praticar; se temos um cachorro que nos manteve companhia há anos, hesitamos a confiá-lo a alguém mais com medo que ele vá sofrer, ele é tão bonzinho! Então, esperamos que o cãozinho morra, perdemos três, quatro, ou cinco anos e quando finalmente nos cremos livres, encontramos ainda múltiplas razões para repudiar o momento da prática. "Eu farei isto". Isto nunca é no presente, é sempre no futuro; para entrar no mosteiro, porque estamos persuadidos que precisamos nos preparar suficientemente com dinheiro, esperamos, e finalmente desistimos disto. Interromper a prática por causa destas coisas todas quer dizer que algo não funciona, e sobretudo perdemos para sempre a ocasião de realizar algo importante. Se ao contrário, nos abandonamos, se renunciamos a nós mesmos, é possível que um evento aconteça e que recebamos ajuda, compreendida aqui uma ajuda financeira.
Não há nenhuma certeza, mas se você espera aquilo que isto aconteça, nunca poderá "entrar". Este momento quando decidimos, de alguma forma, de entrar custe o que custar, não é exatamente a realização, mas é já a prática gyoji, a prática justa de numerosos mestres que nos precederam, de todos estes mestres citados no capítulo "Gyoji" e que Dogen Zenji chama kobutsu ("budas velhos").
Este momento crucial da escolha pode ser comparado com o fato de se caminhar sobre a lâmina da espada. Se você calcular, se você se perguntar: "Posso fazer isto ou não?", então, você já está morto. Em primeiro lugar, é necessário rejeitar seu corpo, sua consciência, seu ego.
Esta prática gyoji da qual falamos não tem nada a ver com o estudo do budismo ou seu ensinamento. Porque o budismo recomenda não ler? Porque ler livros é um freio à prática, que todos os conhecimentos acumulados nada têm a ver com a prática, esta prática gyoji da qual falávamos; além da prática e do conhecimento, existe uma coisa mais vasta da qual não estamos conscientes. Para passear um cachorro, pegamos uma corda que se estende a fim de termos um pouco mais de liberdade, mas quando esta corda se desenrola ao máximo, o animal não podendo ir mais longe, é obrigado então a voltar. Para nós é parecido: depois de ter esgotado todas as razões para escapar ao caminho, num dado momento, não podemos mais nos subtrair a isto. No momento da decisão, os livros não têm utilidade alguma.
(Trecho de Teishô do Mestre Tokuda traduzido pelo Monge Marcos e publicado por Giorgia Sena)
02 outubro, 2008
Dogen Zenji diz: "Os outros não sabem e nós mesmos não sabemos". A prática nada tem a ver com o conhecimento, a prática não deve ser o resultado de um cálculo; além da prática, de sua influência, existe algo de maior que ultrapassa nossa compreensão.
A prática ultrapassa de muito o estudo teórico do budismo. Pela prática, desde que entremos nestes estados, imediatamente,estamos "no coração"; é o momento absoluto, é o instante onde aquele que pratica se torna instantaneamente um buda e um patriarca. O grande caminho ultrapassa a temporalidade, no grande caminho não há nem passado, nem presente, nem futuro. Como o diz São Paulo nos Evangelhos: "Não sou eu quem vivo, é o Cristo que vive em mim". Não é mais São Paulo, é o Cristo que vive através dele, e para nós, é a mesma coisa: mesmo que sua prática seja insuficiente, mesmo se seu corpo não está completamente maduro para esta prática, você está, apesar de tudo, prestes a realizar a prática dos budas e patriarcas.
Mestre Tokuda
(trecho de teishô traduzido por Monge Marcos, publicado por Giorgia)
A prática ultrapassa de muito o estudo teórico do budismo. Pela prática, desde que entremos nestes estados, imediatamente,estamos "no coração"; é o momento absoluto, é o instante onde aquele que pratica se torna instantaneamente um buda e um patriarca. O grande caminho ultrapassa a temporalidade, no grande caminho não há nem passado, nem presente, nem futuro. Como o diz São Paulo nos Evangelhos: "Não sou eu quem vivo, é o Cristo que vive em mim". Não é mais São Paulo, é o Cristo que vive através dele, e para nós, é a mesma coisa: mesmo que sua prática seja insuficiente, mesmo se seu corpo não está completamente maduro para esta prática, você está, apesar de tudo, prestes a realizar a prática dos budas e patriarcas.
Mestre Tokuda
(trecho de teishô traduzido por Monge Marcos, publicado por Giorgia)
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